Contação de histórias infantis ocorre na Feira do Livro de Criciúma
Estudos de um complexo hospitalar no interior de São Paulo, em 2019, com crianças portadoras de câncer em tratamento, provou o benefício da contação de histórias para melhorias na saúde em geral. Houve uma redução dos níveis de cortisona relacionado ao estresse e o hormônio da ocitocina dobrou com a prática dentro da instituição de ensino. O incentivo de leitura e histórias, que ainda precisa ser difundido, será o propósito nesta quinta-feira na Feira do Livro de Criciúma em uma iniciativa da Associação Brasileira de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB) e da escritora de Criciúma, Fátima Ribeiro.
"A maioria de nós não temos como hábito a leitura de livros e a contação de histórias. Grande parte desta ação vem apenas nos estudos. Queremos mostrar como simples atitudes podem desenvolver habilidades e construir novos caminhos", pontua a escritora Fátima Ribeiro, que atuou como professora por 35 anos em Criciúma.
Inclusão de livro na rotina
Além de orientações nesta quinta, membros da Associação estarão com publicações e medidas específicas para alertar os pais.
"Precisamos ter nossas crianças com o mundo fora das telas também. A leitura e as histórias possibilitam a construção do imaginário e o incentivo às atividades psicomotoras para uma nova realidade", afirma a presidente da Associação Brasileira de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB), Dioni Virtuoso.
Para a presidente da Fundação Cultural de Criciúma, Cristiane Zappelini, a intenção é promover ainda mais a leitura entre as crianças e jovens.
"As obras traduzem emoção, atitude e comprometimento. E, com a parceria das escritoras, podemos levar este conteúdo prático ainda melhor para pais e crianças", analisa.
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